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sábado, 13 de novembro de 2021

👍África: Símbolos Adinkras

Livrinho sobre os Símbolos Adinkras...

Espero que a publicação seja útil e auxilie a sua prática pedagógica. Gratidão pela visita e volte sempre! 🙂





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ADINKRAS

Adinkra é o nome dado a um conjunto de símbolos ideográficos, pertencente aos povos akan, um grupo linguístico originário da África Ocidental. Os povos akan povoam a região que abrange parte de Gana e da cidade do Marfim. Cada um dos ideogramas Adinkra possui um significado, cujo objetivo é preservar e valorizar o legado e as tradições africanas. Dessa forma, os símbolos Adinkra costumam ser estampados em tecidos, esculpidos em peças de ferro, talhadas em peças de madeira, etc., como forma de anunciar a soberania dos reinos. Além disso, Adinkra significa 'adeus à alma', por isso as pessoas tem o costume de usar tecidos com os ideogramas estampados em ocasiões fúnebres ou em festivais que homenageiam pessoas importantes.

Os símbolos são baseados em figuras de animais, plantas, corpos celestialis, corpo humano, objetos feitos pelo homem ou formas abstratas. Os significados estão relacionados a provérbios, um conjunto de ideias, conceitos e aforismos, ética e política da comunidade, eventos históricos. Pode até mesmo expressar o comportamento de quem os usa.

Adinkra trata-se de un antigo sistema africano de escrita composto por mais de 90 símbolos que transmite aspectos da histórica, filosofia, valores e normas socioculturais do povo akan. É utilizado com o objetivo de recuperar e valorizar as artigas tradições.

Atualmente, o uso dos símbolos Adinkras evoluiram gradativamente. Os desenhos são utilizados de forma criativa e como expressão artística. Os símbolos podem ser vistos no mundo da moda, usados como instrumento de relação da modernidade com a tradição. Também estão sendo usadas como logotipos para várias empresas, instituições e igrejas. Os adinkras ganharam visibilidade através da venda de trabalhos artesanais e artesanato, roupas urbanas, têxteis, tatuagens, cartões, entre outros.

Os desenhos adinkras são um tipo de escritura pictográfica, usados diariamente e que estão presentes nos tecidos tradicionais, decoração de domésticos e rituais. Portanto, ter conhecimento da cultura africana por meio dos símbolos adinkras possibilitará o entendimento da arte e seus significados, permitindo a construção de uma sociedade mais justa que certifica como verdadeiro a história e a cultura de seu povo. Assim, é importante ter conhecimento da cultura negra, da cultura afro- brasileira, e reconhecer a representatividade e as características tribais africanas, existentes nos símbolos Adinkras.

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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

👍Atividades do livro: Princesa Arabela, mimada que só ela! - Mylo Freeman

Atividades referentes ao livro:
      Princesa Arabela, mimada que só ela!
Autor: Mylo Freeman
Tradução: Ruth Salles 
Ilustrações: Mylo Freeman 
Editora: Ática 
Coleção: Giramundo 
Sinopse:
A rainha pergunta a Arabela o que ela quer ganhar de aniversário. Ora, simplesmente um elefante de verdade! Assim, os pais da pequena tirana movem mundos e fundos para atender tal capricho. Mas, por fim, o próprio "bichinho" de estimação vai ensinar a Arabela que ela não é a única pessoa do mundo cheia de vontades...

Espero que a publicação seja útil e auxilie a sua prática pedagógica. Gratidão pela visita e volte sempre! 🙂







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Princesa Arabela, mimada que só ela
(Mylo Freeman)

Era uma vez uma princesinha chamada Arabela. Ela morava num grande palácio comseu pai e sua mãe: o rei e a rainha. O dia do seu aniversário estava chegando. Mas o que se pode dar a uma princesinha que tem tudo?
-Minha querida Arabelinha, o que você quer ganhar de presente? perguntou o rei. A princesa Arabela pensou... Pensou...
-O que você acha de um par de patins com rubis nas rodas? - sugeriu sugeriu a rainha.
-Eu já tenho - respondeu a princesa Arabela.
- E uma bicicleta dourada? - eu já tenho - respondeu a princesa.
-E Um ratinho de pelúcia gostoso de abraçar?
-EU já tenho - respondeu a princesa.
-E Uma zebra de balanço?
-Já tenho.
-E Um joguinho de chá? E um carrinho de boneca? E um...
-Eu já tenho tudo isso! - exclamou a princesa. - Agora eu quero uma coisa diferente. Eu quero... Um elefante!
-Um elê o quê? - gritou a rainha.
-Xiii. Murmurou o rei. - Onde vamos encontrar um animal desses?
- E quem vai deixar que ele fique conosco?
A princesa Arabela nem quis saber das dificuldades. Ela queria um elefante.
No dia seguinte, o rei ordenou a seus servos que fossem procurar um elefante.
Os servos procuraram por sete dias e sete noites. Voltaram no oitavo dia.Com um elefante.
Finalmente chegou o grande dia do aniversário da princesa Arabela.
Quando ela abriu os olhos de manhă, seu presente já estava Iá. Arabela dançou de alegria em volta do elefante.
-Eu vou brincar com ele agora mesmo! - ela disse, toda contente. Venha, Elefante, sente-se aqui!
Elefante ficou parado, triste, olhando para frente.
-Ei, você é o meu presente, tem que brincar comigo! gritou Arabela, impaciente.
Mas Elefante nem se mexeu. Uma grande lágrima escorreu devagar pela sua tromba. E mais uma, e mais outra. Não demorou muito, e a princesa Arabela estava num lago de lágrimas que alcançava seus tornozelos.
-Pare com isso, senão eu acabo me afogando! - ela disse
-Quero ir pra casa! - soluçava Elefante. - Por favor, leve-me de volta.
- Não posso você é meu presente - protestou a princesa.
Mas quando Elefante começou a soluçar de novo, ela gritou depressa: - Por favor, pare de chorar. Eu vou levar você de volta agora mesmo!
Pelo caminho, a princesa Arabela viu uma porção de bichos diferentes.
-Eu quero este, e aquele, e aquele outro também! Elefante foi andando depressa... Quando finalmente chegaram ao lugar onde Elefante morava, uma elefantinha correu em direção a eles.
-Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você!
-Sim, filhinha - Elefante respondeu.
-E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!

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terça-feira, 9 de novembro de 2021

👍Atividades: A cor de Coraline - Alexandre Rampazo

Caderno de atividades referentes ao livro:
      A cor de Coraline
Autor: Alexandre Rampazo 
Ilustrações: Alexandre Rampazo 
Editora Rocco 
Sinopse:
Coraline e Pedrinho estão na escola, em uma atividade corriqueira. Então, o menino pede emprestado o lápis cor da pele. Antes de escolher o lápis e entregar a Pedrinho, Coraline reflete sobre o pedido e suas múltiplas respostas. A menina analisa o conteúdo da sua caixa de lápis: há doze deles, de doze cores diferentes e com doze nomes com os quais ela está mais que familiarizada. Mas essa tal “cor de pele” ela não consegue identificar logo. E que cor é essa?
Nas páginas que se seguem, Rampazo, autor das ilustrações e do texto, desfila em diversos tons as ideias da criança sobre cores e pele, extrapolando o real e permeando o campo da fantasia. Coraline puxa de seu imaginário infantil os seres que conhece, procurando se lembrar de quais cores eles têm. Os lápis colorem ainda alguns sentimentos, oferecendo mais uma gama de possibilidades para o uso das cores no tocante a pele. Depois de tanto refletir, a menina acaba por surpreender seu amigo Pedrinho de uma forma muito peculiar.
O texto curto, narrado em primeira pessoa, favorece a identificação da criança leitora com a personagem narradora e seus questionamentos. De traços delicados, as ilustrações se equilibram em páginas fartamente coloridas e outras em que o branco predomina, oferecendo ao leitor intervalos de reflexão sobre as ideias da menina Coraline.
Sem se apoiar nas cores branca ou preta, Rampazo desconstrói argumentos e conceitos sobre a existência de apenas uma “cor de pele”. Com leveza e criatividade, o autor explora com respeito a questão da diversidade étnica, um assunto culturalmente complexo para a sociedade contemporânea. Contando ainda com texto de quarta capa assinado por Ignácio de Loyola Brandão, A cor de Coraline é um livro essencial para crianças, pais e professores.

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domingo, 7 de novembro de 2021

👍Culinária Africana: atividade

Atividade para pesquisar a influência africana na culinária brasileira...

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sábado, 6 de novembro de 2021

👍Colorindo Máscaras Africanas

Colorindo máscaras africanas...

As máscaras são elementos culturais de extrema importância para os diversos povos que integram a África. Elas são símbolos ritualísticos que têm o poder de aproximar as pessoas da espiritualidade. Essas peças são produzidas como instrumentos essenciais em diversos ritos, como rituais de iniciação, nascimentos, funerais, celebrações, casamentos, curas de doentes e outras ocasiões importantes. A máscara africana é, dessa forma, importante elemento de identidade cultural de cada etnia atestando a riqueza e a complexidade do patrimônio cultural africano.

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👍Para ler e ilustrar: Diversidade - Tatiana Belink

Caderno para ler e ilustrar o poema "DIVERSIDADE", Tatiana Belink...

Diversidade 
(Tatiana Belink)

Um é feioso,
Outro é bonito
Um é certinho
Outro, esquisito

Um é magrelo
Outro é gordinho
Um é castanho
Outro é ruivinho

Um é tranquilo
Outro é nervoso
Um é birrento
Outro dengoso

Um é ligeiro
outro é mais lento
Um é branquelo
Outro sardento

Um é preguiçoso
Outro, animado
Um é falante
Outro é calado

Um é molenga
Outro forçudo
Um é gaiato
Outro é sisudo

Um é moroso
Outro esperto
Um é fechado
Outro é aberto

Um carrancudo
Outro, tristonho
Um divertido
Outro, enfadonho

Um é enfezado
Outro é pacato
Um é briguento
Outro é cordato

De pele clara
De pele escura
Um, fala branda
O outro, dura

Olho redondo
Olho puxado
Nariz pontudo
Ou arrebitado

Cabelo crespo
Cabelo liso
Dente de leite
Dente de siso

Um é menino
Outro é menina
(Pode ser grande
ou pequenina)

Um é bem jovem
Outro, de idade
Nada é defeito
Nem qualidade

Tudo é humano,
Bem diferente
Assim, assado
Todos são gente

Cada um na sua
E não faz mal
Di-ver-si-da-de
É que é legal

Vamos, venhamos
Isto é um fato:
Tudo igualzinho
Ai, como é chato!

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